Eugenia

Estou lendo, e devo dizer que isso já faz certo tempo por causa de falta de tempo, o polêmico livro de J. Philippe Rushton “Raça, Evolução e Comportamento”. Nele o autor questiona a idéia de que é o meio onde vivemos, e tão-somente o meio, que determina nosso sucesso escolar/acadêmico, profissional, o rumo de uma vida honesta, enfim, que determina o que seremos, como seremos e para onde iremos enquanto indivíduos relacionados com a sociedade. O livro é praticamente herético se considerarmos que o autor chama a atenção para fator raça como marcador de uma forte tendência para os rumos de nossas vidas. Ora, é bastante conhecido que a própria idéia da existência de “raças humanas” foi lançada para o limbo e a promoção da concepção da raça enquanto uma construção social sem qualquer embasamento biológico se sagrou como a aceita, e de tal modo que no nosso país, se a questionarmos, corremos o risco de sermos acusados de racistas e pararmos na cadeia. Racismo é uma coisa, racialismo me parece outra…

Ainda estou engatinhando nesses estudos, de modo que não tenho como testar com serenidade e segurança as hipóteses de Rushton e não sei se concordo ou não com ele. Mas discordo, e discordo muito, do status de tabu que o tema ganhou e das acusações feitas contra aqueles que apenas ousam questionar o que aprenderam na escola e na televisão. A ciência e o conhecimento não podem parar por causa de pessoas sensíveis (idiotas) que pensam que as pesquisas devem corroborar com o que elas consideram certo.

Mas o fato é que o tema tem me fascinado e quando posso procuro mais informações. E hoje numa dessas buscas encontrei um artigo sobre Eugenia. Se você não sabe o que é isso, leia o artigo e encontrará algumas explicações.

Reproduzo os primeiros parágrafos seguidos do link onde o texto foi originalmente publicado. Boa leitura!

Defesa da Eugenia

Por Marian van Court

A décima primeira edição da “Encyclopedia Britannica” define Eugenia como “ o melhoramento orgânico da Raça através da boa aplicação das leis da hereditariedade.” A maior parte das pessoas tem um branco quando ouvem essa palavra, ou ela conjura imagens de suásticas e Nazistas em marcha. Mas a Eugenia tem tido uma longa história, que se alcança a Roma Antiga e mesmo antes.
A Eugenia está preocupada com a direção atual da evolução humana. Milhares de artigos tem sido publicados em revistas acadêmicas, toneladas de poeira tem sido erguida por escovinhas em busca de caveiras, vastas quantias de dinheiro dadas a pesquisadores, e muitas carreiras gastas tentando descobrir como evoluímos cérebros maiores e inteligência superior até chegarmos ao Homo Sapiens, e essa é uma iniciativa fascinante e digna. Mas o que é urgente, o que é indiscutivelmente a questão mais importante encarando nossa espécie, é em que direção os seres humanos estão evoluindo exatamente agora. Estaríamos evoluindo em uma direção favorável, ou em uma direção desfavorável?

Continue lendo no Legio Victrix.

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    • Ari
    • 21 de abril de 2012

    Excelente a pergunta final do trecho transcrito. Estamos frente ao Desconhecido, e assim como a interferência humana no que desconhece pode revelar-se catastrófica, também a ausência dessa interferência pode vir a sê-lo…

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