Veja e o Cachoeira

Parece que as ligações de Carlinhos Cachoeira vão muito além de seus tentáculos no Congresso. Grampos da Polícia Federal autorizados pela Justiça mostram as relações íntimas entre o bicheiro e a cúpula da Revista Veja, a mais vendida do Brasil e que possui não leitores, mas seguidores fiéis que acreditam em cada palavra da revistinha e seguem fanaticamente o comentarista Reinaldo Azevedo, carinhosamente conhecido por seus lacaios virtuais como “Tio Rei”. Engraçado é acompanhar a reação do tiozão no blog que ele mantém no domínio da revista. Uma verborragia sem fim para justificar a compra de matérias por um contraventor. Por acaso, só por acaso, a Veja é uma defensora intransigente do DEM, partido do Demóstenes Torres que era não só amigo do bicheiro, mas defendia projetos que privilegiavam o bandido no Senado. O senador que deveria legislar pelo bem comum trabalhava pelo bem de um marginal! Quantos outros políticos legislam a favor de interesses espúrios? Faça suas apostas. Já a revistinha que se diz a porta-voz da moralidade pública publicava matérias de acordo com os interesses de Cachoeira. Quantos outros veículos da imprensa estão comprados? Faça suas apostas também!

Confira aqui a reportagem sobre as relações da Veja e Carlinhos Cachoeira!

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    • Ari
    • 8 de maio de 2012

    Há muita desinformação, para usar um termo mais elegante, circulando na rede e na mídia.
    Duvido que a Record, do Edir Macedo, publique a seguinte transcrição de diálogo gravado pela Polícia Federal:

    Cachoeira – O Policarpo, você conhece muito bem ele. Ele não faz favor pra ninguém e muito menos pra você. Não se iluda, não (…) Os grandes furos do Policarpo fomos nós que demos, rapaz (…) Ele não vai fazer nada procê.

    Jairo – É, não, isso é verdade aí.

    Cachoeira – Limpando esse Brasil, rapaz, fazendo um bem do caralho por Brasil, essa corrupção aí. Quantos já foram, rapaz!? E tudo via Policarpo. Agora, não é bom você falar isso com o Policarpo, não, sabe? Você tem que afastar dele e a barriga dele doer, sabe? Tem que ter a troca, ô Jairo. Nunca cobramos a troca.

    Jairo – Isso é verdade.

    Cachoeira – E fala pra ele (…) eu ganho algum centavo seu, Policarpo? Não ganho (…) Nós temos de ter jornalista na mão, ô Jairo! Nós temos que ter jornalista. O Policarpo nunca vai ser nosso…

    Jairo – É, não tem não, não tem não. Ele não tem mesmo não. Ele é foda!

      • vvsilver
      • 8 de maio de 2012

      Toda a suspeita deve ser investigada. As próprias reações do contraventor às capas indica que ele teve benefícios, até pela queda das pessoas que ele queria que caíssem.

      A Record está longe de ser boazinha também. Nessa sociedade degenerada onde vivemos é um sem vergonha tentando queimar outro sem vergonha para encobrir suas canalhices ou ocupar o lugar do outro.

    • Ari
    • 9 de maio de 2012

    Yes, of course. Ninguém está isento de ser avaliado quanto às suas ações e motivações. O mesmo vale para os critérios de quem faz as avaliações. Há quem queira difamar, para proteger interesses particulares, valendo-se para isso da desqualificação, e há quem queira simplesmente expor a sujeira à luz, para que esta possa ser varrida; aí já não se trata de difamação com fins escusos, mas de acusação com exigências claras.

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